Feminismo em disputa

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Como ampliar os direitos das brasileiras, contando com o apoio de mais mulheres, de diferentes vertentes políticas? Em um momento de extremo embate, com o governo mais conservador desde a redemocratização e em meio a inúmeras investidas para retroceder direitos conquistados ao longo dos anos, essas são questões latentes.
 
Nesta obra, as pesquisadoras Beatriz Della Costa, Camila Rocha e Esther Solano apresentam uma minuciosa pesquisa feita com mulheres de vários espectros sociais e ideológicos para entender consensos e dissensos no que diz respeito ao feminismo e aos direitos das mulheres hoje. Uma pesquisa quantitativa realizada pelo instituto Big Data complementa a obra, que traz uma espécie de guia de ação política para conversas com mulheres que se denominam conservadoras, com o propósito de encontrar valores básicos que unam mulheres de campos políticos diferentes e assim construir uma agenda em comum para todas as brasileiras.
 

“A despeito de suas muitas diferenças, praticamente todas aquelas com quem conversamos almejavam ser mulheres empoderadas. Todas afirmavam que o machismo as prejudicava em seu cotidiano e desejavam ser autônomas, independentes dos homens tanto material como emocionalmente, e livres para alcançar seus objetivos de vida. A grande diferença que separa as mulheres que se identificam como conservadoras das demais é a importância que as primeiras conferem ao papel desempenhado pela mulher dentro da família e à harmonia do lar; é fato, porém, que todas ressaltam a importância de políticas públicas que permitam que as mulheres conciliem o trabalho fora de casa e o cuidado com a família.”

 

Trecho 
“Na pesquisa 'Conservadorismo, gênero e feminismo', encomendada pelo Instituto Update aos cientistas sociais Maurício Moura e Natália Tosi, associados ao Ideia Big Data, descobrimos que a maioria das mulheres brasileiras está comprimida entre dois extremos – enquanto 29% das entrevistadas se declaram feministas, 34% se assumem não feministas. Isso, no entanto, não significa que estas não estejam alinhadas com a agenda feminista, apenas, como vemos na pesquisa qualitativa, há uma aversão ao termo e às feministas […]. Mas o que importa é que ao menos 65% da população se considera feminista ou não rejeita essa classificação. Nesse sentido, são potenciais aliadas na conquista de mais direitos.” 
Beatriz Della Costa

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