JOYCE, O SAL DE LACAN
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Sérgio de Campos nos permite entender porque nomeou seu livro Joyce, o sal de Lacan. De maneira original, ele propõe que, inspirado em Joyce, Lacan salga a linguagem, desidratando o sentido, e assim preserva a psicanálise para o mundo contemporâneo. O seu ultimíssimo ensino nos fornece um instrumento de leitura do sintoma - tal como propõe Jacques-Alain Miller - numa época em que "todo mundo é louco, isto é, delirante". Novas modalidades da interpretação analítica apontam para o troumatismo eo acontecimento de corpo, permitindo a Lacan ir além do inconsciente freudiano, não apenas na clínica contemporânea dos novos sintomas, mas no final da análise daqueles que, como Sérgio, estão decididos a fazer a psicanálise perdurar no século XXI. É aí que o ultímíssimo Lacan reencontra Freud, dando especial importância ao tratamento do gozo e permitindo-nos interrogar os restos sintomáticos freudianos a partir do sinthoma lacaniano.
Elisa Alvarenga
