PONTO FINAL? INDAGAÇÕES EM TORNO DA QUESTÃO DO SUICÍDIO

PONTO FINAL? INDAGAÇÕES EM TORNO DA QUESTÃO DO SUICÍDIO

$9.98 USD

Shipping for zipcode:

Shipping Methods

  • Livraria e Editora Scriptum Rua Fernandes Tourinho, 99, Belo Horizonte (MG)
    Free
Protected purchase
Your data taken care of throughout the purchase.

Ponto Final? Indagações em torno da questão do suicídio, no mínimo, demonstra uma hipotese: é possível um trabalho efetivo de escuta do paciente suicída em serviço de urgências e emergências médicas, pautado pela ética da psicanálise.

 

Não há como negar uma nova configuração do laço social nos nossos tempos, que afeta o modo como entramos na linguagem, e a internet, as redes sociais e as selfies tentam dar conta das precariedades simbólicas desse momento civilizatório. Não se estranha, portanto, o crescimento inclemente das taxas de suicídio nos últimos 50 anos. Os números e as estatísticas são assustadores ̶ um suicídio a cada 40 segundos, mais de 800 mil suicídios por ano ̶ e costumam cobrir as palavras e as expressões subjetivas. E a combinação ciência-tecnologia-capitalismo sem fronteiras tem feito menos do que apregoa pela redução dos dados estatísticos, uma vez que propõe antecipar o ato real pelo conhecimento dos fatores de risco, o que se mostra, nas pesquisas sobre suicídio das últimas décadas, insuficiente e genérico.

A publicação "Ponto final? Indagações em torno da questão do suicídio" faz chegar, oportunamente, aos colegas interessados na articulação das possibilidades e limites da Psicanálise frente aos pacientes suicidas os registros clínicos e esforços de elaboração dos tópicos que se impuseram no dia a dia do trabalho de um grupo de psicanalistas no atendimento a pacientes suicidas no Hospital João XXIII.

"Ponto final? Indagações em torno da questão do suicídio", no mínimo, demonstra uma hipótese: é possível um trabalho efetivo de escuta do paciente suicida em um serviço de urgências e emergências médicas, pautado pela ética da Psicanálise. A questão que se coloca agora para nós, a partir da comprovação da hipótese anterior, é a de como estender essa atuação ao campo do Social, entendendo que grande parte dos suicidas não procura ajuda especializada, nem chega a tempo a um serviço de urgência médica. Como pautar o sofrimento nas nossas discussões cotidianas, retirando da ciência e da psiquiatria a responsabilidade exclusiva pelo que vem da subjetividade? Como incluir, num mundo excessivamente visual, a alteridade na imagem, para inibir uma regressão tópica ao Estádio do Espelho, a que parece condenada nossa juventude em rede? Como se servir das palavras para não precisar morrer?

We send your product

Deliveries throughout the country

Pay as you like

Credit cards or cash

Buy safely

Your data always protected