Psicanálise e despatologização da experiência trans
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Freud nos indicou a relevância da sexualidade a partir de sua opacidade: essa impossibilidade de representação absoluta que confere ao sexual uma estranheza que não encontra amparo em identidades.
Frente a esse impossível, há quem o negue sob o pretexto de submetê-lo a enquadres e gerências. Há outros que se permitem a tolice de reconhecer como autêntica a singularidade que resiste a esse procedimento.
Quando Lacan afirma que “o ser sexuado só se autoriza de si e de alguns outros”, ele convoca sua audiência a refletir sobre a função do nome na situação do ser sexuado diante do Outro, esmagando o universal.
