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Os melhores poemas de José Paulo Paes
José Paulo Paes foi a antítese do poeta derramado. Irônico, por vezes de uma ironia perversa, indignado, angustiado, brincalhão, soube expressar, como poucos poetas, ironia, indignação, angústia e atitudes lúdicas em poemas breves, brevíssimos, plenos de humor, aproximando-se da síntese dos haikais. Nem sempre foi assim. A obra de miniaturista resulta de uma longa depuração. Em seus primeiros livros, o poeta revela gosto pelas formas poéticas mais longas, com uma leve queda pelo soneto. A preferência pela síntese se acentua nos Epigramas (1958), mas só se realiza plenamente em Anatomias (1967), livro em que "o epigrama e o ideograma se deram as mãos" (Augusto de Campos), por vezes em soluções jocosas, como "Epitáfio para um Banqueiro" ou "Cronologia".
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