Ruth First e a luta contra o apartheid sul-africano

Ruth First e a luta contra o apartheid sul-africano

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Nascida na África do Sul em uma família comprometida politicamente, Ruth cresceu entendendo todos os horrores que o apartheid infligia para a maioria em seu país. Seu primeiro discurso em público foi nas escadarias do Town Hall em Joanesburgo, no qual ela condenava todo o governo branco e clamava por mudança. Ela tinha 19 anos à época; aos 58 anos, ela recebeu uma carta bomba da polícia do apartheid que a matou. Ao longo de sua vida, ela não esmoreceu sequer uma vez em sua determinação na luta por justiça e igualdade. Banida da África do Sul por sua atuação como jornalista, presa por suas convicções, colocada em solitárias sem julgamento e finalmente forçada a se exilar, ela nunca parou de denunciar o regime do apartheid e de realizar agitação contra ele.

 

Ao mesmo tempo, ela também era uma internacionalista. Ela se preocupava não apenas com seu país natal, mas também com o que estava acontecendo por todo o continente africano. Ela utilizava seu compromisso e seu intelecto aguçado para analisar as mudanças políticas que varriam o continente. Ela era firme em sua política, no entanto, nunca foi guiada pela ideologia: ela sempre pensou com sua própria cabeça e, como jornalista, autora, professora e militante, ela provocava os outros a fazer o mesmo. Esta coletânea de textos nos dá uma ideia da paixão de Ruth por justiça que se combinava com sua determinação em compreender o mundo para transformá-lo.

 

O último texto deste livro, extraído do último livro que publicou em vida, é sobre o Moçambique, onde ela trabalhou para ajudar a libertar o país recém-independente das amarras sul-africanas. Foi lá que, como ela previu, “eles”, o regime sul-africano, a encontraram e a assassinaram. No entanto, não conseguiram calar sua voz que continua a ecoar, aqui, nessa coletânea de textos, na África do Sul e por todo o mundo.

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