-
- (31) 9 9951-1789 ou (31) 3223-1789
- [email protected]
- Home
-
Products
-
Livros
- Administração
- Arquitetura
- Auto-ajuda
- Biografia
- Ciências
- Ciências Sociais
- Cinema
- Dança
- Design
- Dicionário
- Direito
- Economia
- Esportes
- Estudos clássicos
- Ficção
- Filosofia
- Gastronomia
- História do Brasil
- História
- Infantil
- Infantojuvenil
- Judaismo
- Linguistica
- Literatura Brasileira
- Literatura Estrangeira
- Livros Importados
- Moda
- Medicina
- Música
- Pedagogia
- Poesia
- Quadrinhos
- Raridades
- Religião
- Teatro
- Teoria e Crítica Literária
- Turismo
- Coleções
- Ofertas & Promoções
- Ecobag
- Galeria de Arte
- Contact
- Quem somos
- Termos de uso e condições
- Perguntas Frequentes
RÉS
"Rés: adjetivo comum de dois gêneros; raso, rente. Eles dois, ela e ele, comuns de dois gêneros, iguais em substância, fazem, do resto, o poema. Quem o poema, quem a poesia? Rés: substantivo plural, comum aos dois gêneros; o réu, a ré, ambos rés. Eles dois, ele e ela, entregam-se, sem resistência, à vertigem do poema. Quem os absolve? Ela pede: “Venha, poema-metade, e penetre-fenêtre o meu fechamento”. O poema, rés, resiste à penetração, à interpretação. E indica uma direção para se perder: “Sono sem pálpebra, objeto sem borda: mapas, mapas, mapas”. Rest: por uma letra, a pausa, o descanso do resto. Resto: por duas letras, a sobra, o vestígio. Resta a coisa – res – a coisa literária do poema, ali, opaca, em três letras, por um triz. Resta a restante vida, metade de nada, afinal: resina, retina, feminina-masculina cicatriz.” – Lucia Castello Branco
Similar products
We send your product
Deliveries throughout the country
Pay as you like
Credit cards or cash
Buy safely
Your data always protected
We send your product
Deliveries throughout the country
Pay as you like
Credit cards or cash
Buy safely
Your data always protected
Contact us
- (31) 9 9951-1789 ou (31) 3223-1789
- [email protected]
- Rua Fernandes Tourinho, 99 - Belo Horizonte (MG)
