-
- (31) 9 9951-1789 ou (31) 3223-1789
- [email protected]
- Início
-
Produtos
- Editora Scriptum
-
Livros
- Administração
- Arquitetura
- Artes, teoria e crítica
- Auto-ajuda
- Biografia
- Ciências
- Ciências Sociais
- Cinema
- Comunicação e Jornalismo
- Dança
- Design
- Dicionário
- Direito
- Economia
- Esportes
- Estudos clássicos
- Ficção
- Filosofia
- Gastronomia
- História do Brasil
- História
- Infantil
- Infantojuvenil
- Judaismo
- Linguistica
- Literatura Brasileira
- Literatura Estrangeira
- Livros Importados
- Moda
- Medicina
- Música
- Pedagogia
- Poesia
- Psicanálise e Psicologia
- Quadrinhos
- Raridades
- Religião
- Teatro
- Teoria e Crítica Literária
- Turismo
- Coleções
- Ofertas & Promoções
- Ecobag
- Galeria de Arte
- Contato
- Quem somos
- Termos de uso e condições
- Perguntas Frequentes
- Início
- > Livros
- > Ciências Sociais
- > Arqueofeminismo - Mulheres filósofas e filósofos feministas - Séculos XVII-XVIII
Arqueofeminismo - Mulheres filósofas e filósofos feministas - Séculos XVII-XVIII
A história das mulheres na filosofia é marcada por numerosos desequilíbrios, dos quais o mais evidente – sua longa, muito longa ausência – tende a esconder os outros. Sabemos, é claro, que, desde a Antiguidade e até o século XX, a sociedade patriarcal europeia reservou o estudo das letras a seus rebentos machos, de modo que principalmente a literatura e a filosofia acabaram sendo atividades reservadas aos homens. O monopólio da educação, da escrita, do debate, da publicação, manteve a maioria das mulheres longe dos conceitos filosóficos e daquilo que eles trazem de alegrias especulativas, de esforços literários e de lampejos libertadores.
Mas não todas. Se voltarmos longe na história, encontraremos vestígios de numerosas mulheres cujos pensamentos, e às vezes os escritos, marcaram sua época. Se, com frequência, essas exceções não encontraram espaço na história da filosofia, é em parte porque a Grande Narrativa continua a ser uma história de homens, feita por eles e para a sua própria glória. Ao reequilibrar a maneira de contar a história da filosofia, não se está negando a realidade da dominação. Trata-se de superar o silêncio com o qual uma história exclusivamente masculina quer recobrir as importantes contribuições trazidas ao pensamento pelas mulheres e pelas questões levantadas por elas.
Reunimos neste volume textos escritos por duas mulheres, Marie de Gournay e Olympe de Gouges, que estão entre as maiores intelectuais dos séculos xvii e xviii, assim como três textos escritos por homens, François Poullain de la Barre, Choderlos de Laclos e Nicolas de Condorcet, que defenderam, na teoria e na prática, a legitimidade das mulheres participarem da vida pública, da política e do meio intelectual. Ao descobri-los, encontraremos os meios de contar uma outra história da modernidade, e até mesmo uma outra história do “feminismo”.
Produtos similares
| 1 x de R$169,00 sem juros | Total R$169,00 | |
| 2 x de R$84,50 sem juros | Total R$169,00 | |
| 3 x de R$56,33 sem juros | Total R$169,00 | |
| 4 x de R$50,22 | Total R$200,91 | |
| 5 x de R$40,49 | Total R$202,46 | |
| 6 x de R$33,89 | Total R$203,37 |
Enviamos suas compras
Entrega em todo o país
Pague como quiser
Cartões de crédito ou à vista no Pix
Compre com segurança
Seus dados sempre protegidos
Enviamos suas compras
Entrega em todo o país
Pague como quiser
Cartões de crédito ou à vista no Pix
Compre com segurança
Seus dados sempre protegidos
Contato
- (31) 9 9951-1789 ou (31) 3223-1789
- [email protected]
- Rua Fernandes Tourinho, 99 - Belo Horizonte (MG)
