AUTOCIOGRAFIAS
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"Autociografias" se divide em duas partes. "Autoficcinhas" tem maior caráter de "causos" fictícios, de pequenas histórias narrativas " ainda que Teodoro garanta que tudo aconteceu, mas não necessariamente da forma como está registrado. Já a segunda parte, "Autobiografites", foi concebida semelhante a um diário e inserida num estilo bem mais biográfico, ainda que igualmente com toques de ficção. O livro está entre o conto, a crônica e o diário, eventualmente com algo de ensaístico. Teodoro escreveu os textos de "Autociografias" entre 1989 e 1992 (com exceção da introdução).
Na abertura, Teodoro escreve a respeito: "A reação mais sensível à leitura (...) é o assombro diante de detalhes do vivido que, caso não registrados, teriam sido há muito incorporados à massa amorfa e invasiva do esquecimento". E completa: "Sobretudo no insignificante e banal do vivido um dia ou uma semana antes do registro que pode brotar a percepção da irreversibilidade do já ter sido".
